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	<title>Mesa Sustentável</title>
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	<description>Movimento por uma gastronomia consciente</description>
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		<title>Agora é o nosso atum que corre risco</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 13:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Castilho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mesa sustentavel]]></category>

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		<description><![CDATA[Com apoio do governo brasileiro, empresários do Rio Grande do Norte, capitaneados pela empresa Atlântico Tuna, venceu um edital que lhe permite o arrendamento de 16 embarcações japonesas equipadas com alta tecnologia. Como a pesca nos oceanos Pacifico e Índico está saturada, a ideia é acabar, ops, digo pescar, o atum em águas brasileiras. Vale [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com apoio do governo brasileiro, empresários do Rio Grande do Norte, capitaneados pela empresa Atlântico Tuna, venceu um edital que lhe permite o arrendamento de 16 embarcações japonesas equipadas com alta tecnologia. Como a pesca nos oceanos Pacifico e Índico está saturada, a ideia é acabar, ops, digo pescar, o atum em águas brasileiras. Vale lembrar, que o Japão segue pescando mais atuns do que a natureza consegue repor. Com esses barcos a pesca do atum deve saltar de 4 mil toneladas para 10 mil toneladas, isso segundo os números que serão divulgados. Pelo acordo, 65% do peixe será enviado para o Japão.</p>
<p>Para ilustrar a situação, em 1995 o Japão pescou em suas águas 332 mil toneladas de atum. Em 2009 o número caiu para 206 mil toneladas devido ao rareamento dos cardumes.</p>
<p>Na defesa do projeto, o governo brasileiro sustenta que está autorizado a pescar até  12 mil toneladas de atum por ano. Apenas duas perguntinhas: isso foi combinado com a natureza? Ou foi em cima dos números do último Censo realizado com as famílias de atuns?</p>
<div class="tw_button" style="margin-bottom: 18px;float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.mesasustentavel.com.br%2F2011%2F02%2F09%2Fagora-e-o-nosso-atum-que-corre-risco%2F&amp;via=mesasustentavel&amp;text=Mesa+Sustent%C3%A1vel+-+Agora+%C3%A9+o+nosso+atum+que+corre+risco+&amp;lang=en&amp;count=horizontal"  class="twitter-share-button">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Nossa postura</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 02:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberta Malta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mesa sustentavel]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Prazeres da Mesa]]></category>
		<category><![CDATA[Semana MESA SP]]></category>
		<category><![CDATA[sustentavel]]></category>

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		<description><![CDATA[As atitudes tomadas pela equipe de produção da Semana Mesa SP para minimizar danos ao planeta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/1.jpg"><img class="size-full wp-image-268 alignnone" title="1" src="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/1.jpg" alt="" width="500" height="355" /></a></p>
<p>Fotos <strong>Carol Gherardi</strong></p>
<p style="text-align: left;">Quando ficou decidido que o tema da Semana Mesa SP seria Sustentabilidade – O Que a Gastronomia pode Fazer pelo Planeta?, a ideia era levantar o debate entre profissionais da área para tentar mudar a realidade atual no que se refere ao assunto. A largada para a organização do acontecimento foi dada e uma coisa começou a incomodar a equipe de produção: como abrir as portas para discutir a sustentabilidade num evento que, de tão grande, inevitavelmente agrediria o meio ambiente? Todo mundo, então, arregaçou as mangas e saiu em busca de alternativas que estivessem em sintonia com essa temática e coubesse no orçamento pré-determinado.</p>
<p>O desafio começou na conversa com os expositores, uma vez que nem todos estavam alinhados com o movimento ecológico. Avisá-los de que eles teriam de evitar alguns materiais, que precisariam criar novas formas de apresentar seus produtos (a televisão, por exemplo, teve de ser apoiada em um tripé em vez de pendurada à parede) e trabalhar em estandes de papelão poderia ter assustado ou mesmo afastado os anunciantes. Poderia, mas não aconteceu.</p>
<blockquote><p>“Todos abraçaram a causa imediatamente. Tenho certeza de que até quem não se interessava pelo assunto está hoje discutindo o tópico”, afirma <strong>Ana Kekligian</strong>, gerente de marketing de Prazeres da Mesa.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-267" style="margin: 5px;" title="2" src="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/2.jpg" alt="" width="187" height="224" /></a>As estruturas foram criadas pela artista plástica Milene Gandolfi e montada por estudantes de arquitetura do Senac e do Mackenzie.</p>
<p>É claro que todo lixo do evento foi separado e mandado para reciclagem, mas isso ainda não é tudo. Para compensar as doses de carbono emitidas pelo evento, o Grupo Orsa (organização no setor de madeira, celulose, papel e embalagens) está plantando 2.400 árvores em áreas de preservação permanente no Estado de São Paulo.</p>
<blockquote><p>“Vamos fazer a compensação de todo o gás emitido. O plantio será feito em uma área equivalente a três campos de futebol e todas as mudas serão colocadas ainda em 2011”, afirma <strong>Georges Schnyder</strong>, diretor comercial da Editora 4 Capas.</p></blockquote>
<p>O Grupo Orsa, aliás, foi parceiro fundamental para que a engrenagem funcionasse de maneira sustentável. Todo o material para construção de estandes do Mesa Tendências e de móveis para o Ao Vivo veio dele, que se tornou o principal patrocinador institucional do acontecimento. Além das ecobags que continham o livro de apresentação dos chefs, kits para a imprensa, móveis de papelão, lixeiras.</p>
<p><a href="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/4.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-284" style="margin: 5px;" title="4" src="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2011/01/4.jpg" alt="" width="207" height="280" /></a>O consumo de água em congressos desse tipo costuma ser grande. Sendo assim, não há outro jeito senão poluir o ambiente com copos de plástico ou garrafinhas PET, certo? Errado. A Água na Jarra, organização sem fins lucrativos, se juntou à produção e espalhou purificadores de água da IBBL pelo espaço, além de copinhos biodegradáveis. Com a atitude, estima-se que tenham sido economizadas 3.000 garrafas durante a programação, colaboração significativa à saúde do planeta.</p>
<p>O público também se mostrou aberto às mudanças e pouco reclamou do fato de a programação impressa ter sido substituída por banners. Aqui, outra surpresa: em vez de usar lonas ultrapoluentes, matéria-prima com a qual os banners geralmente são confeccionados, os grandes cartazes foram produzidos de tecido. Folders, convites e tais não puderam ser evitados, mas foram feitos por empresas que contam com o selo FSC – atestado de que é ecologicamente correta.</p>
<h3>Presente Ecológico</h3>
<p>O ponto de partida para a Semana Mesa SP foi o Jantar da Terra, que reuniu a cozinha de chefs nacionais e estrangeiros no restaurante Dalva e Dito, em São Paulo. Quem adquiriu o convite para a noite – cuja renda foi revertida à Fundação Tide Setubal, à Casa Espírita Jesus de Nazaré e à Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein – recebeu em casa a confirmação da compra por meio de um kit. Dentro dele, um vasinho de cerâmica feito pela comunidade de artesãos da Serra da Capivara, no sudeste do Piauí, trazia um pouco de terra para que o envelope do ingresso fosse plantado. Não, não se trata de um erro de digitação ou problemas na revisão: a sobrecarta era feita de papel semente e cola natural. Para fazê-la florescer, bastava cortá-la em pedacinhos e plantar.</p>
<p>Na saída da noite, cada participante levou de presente produtos da brasileiríssima castanha-do-pará, mais uma panelinha de cerâmica produzida pela Muriqui, ateliê que é um forte representante da cultura do país. Tudo, claro, acomodado numa elegante caixa de papelão que, hoje, virou embalagem chique – pelo menos para os que enxergam o mundo pelo viés da sustentabilidade.</p>
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		</item>
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		<title>Produtos do bem</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 21:07:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Esquilante</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mesa sustentavel]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[É tempo de ser sustentável. Se você é um amante da natureza e adora comprar peças novas para decorar a casa, preste atenção! Separamos dicas incríveis de objetos feitos com materiais ecologicamente corretos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É tempo de ser sustentável. Se você é um amante da natureza e adora comprar peças novas para decorar a casa, preste atenção! Separamos dicas incríveis de objetos feitos com materiais ecologicamente corretos.</p>
<p><strong>Bambu</strong><br />
Possui propriedades antibacterianas e atóxicas  comprovadas e é a única espécie florestal em que o Ibama não exige autorização para seu aproveitamento. Leve e durável. Cresce em diferentes tipos de solo e clima e foi a primeira planta a rejuvenescer depois do ataque nuclear a Nagasaki, no Japão.</p>
<p><strong>Eco jeans</strong><br />
São peças produzidas de fios reciclados e retalhos de malha descartados pela industria têxtil. Essa composição resulta em um tecido com aparência e textura de jeans (90% algodão e 10% poliéster). Produto utilizado pela empresa Copa &amp; Cia.</p>
<p><strong>Fibra de madeira</strong><br />
Proveniente de áreas de reflorestamento, com manejo sustentável, é obtida dos resíduos de madeira. Esse biopolímero é agregado ao plástico polipropileno convencional reduzindo o impacto ambiental. As peças são atóxicas. Produto utilizado pela empresa</p>
<p><strong>Produto ecofriendly / BPA free</strong><br />
Livre de BPA (bisfenol a), que é uma substância química utilizada na produção do policarbonato e de plásticos. Proibida em países como o Canadá e a Dinamarca. Desde a década de 30 suspeita-se que o BPA prejudica a saúde.</p>
<p><strong>Lyptus@</strong><br />
É uma madeira desenvolvida pela Aracruz e é o resultado do cruzamento de duas espécies de eucalipto (eucaliptus grandis e urophyla). São provenientes de florestas plantadas e certificadas pelo PECP/Cerflor em áreas  degradadas. Seu crescimento é rápido e contribui para os créditos de balanço de carbono.</p>
<h2><strong>Links</strong></h2>
<ul>
<li><a href="http://prazeresdamesa.uol.com.br/exibirSecao/13/bazar" target="_self">Veja mais produtos que utilizam esses materiais ecologicamente corretos</a></li>
</ul>
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		<title>Uso de produtos locais: o que você coloca nos pratos alimenta o crescimento do país</title>
		<link>http://www.mesasustentavel.com.br/2010/11/09/uso-de-produtos-locais-o-que-voce-coloca-nos-pratos-alimenta-o-crescimento-do-pais/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 19:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claude Troisgos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos locais]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos sabem que utilizar produtos regionais é dar uma característica única para as receitas. Mas o que muitos não sabem é que este consumo tem um papel muito importante na sustentabilidade do planeta. Além de seus pratos ficarem saborosos e com menos ingredientes agroindustriais, utilizando esses produtos você contribui com o desenvolvimento de comunidades locais e com o aumento da renda de pequenos produtores. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Claude-Troisgros-Simples.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-226" title="Claude-Troisgros-Simples" src="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Claude-Troisgros-Simples.png" alt="" width="600" height="452" /></a></p>
<p>Todos sabem que utilizar produtos regionais é dar uma característica única para as receitas. Mas o que muitos não sabem é que este consumo tem um papel muito importante na sustentabilidade do planeta. Além de seus pratos ficarem saborosos e com menos ingredientes agroindustriais, utilizando esses produtos você contribui com o desenvolvimento de comunidades locais e com o aumento da renda de pequenos produtores. Fazendo isso você valoriza a produção, o crescimento, a cultura e as tradições culinárias de cada região do país. Anote você também esta receita e comece a servir pratos cheios de sustentabilidade.</p>
<p>Faça como Claude Troisgos e seja você também a favor de uma gastronomia consciente. Acompanhe a Campanha Mesa Sustentável nas próximas edições da Revista Prazeres da Mesa ou através do nosso site.</p>
<p><strong>Spot</strong></p>
<p><strong>Anúncios em midia impressa</strong></p>
<ul style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; list-style-type: circle; list-style-position: initial; list-style-image: initial; font-weight: normal; padding: 0px; border: initial none initial;">
<li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 1.2em; padding: 0px; border: initial none initial;"><a style="text-decoration: none; color: #4797b8; padding: 0px; margin: 0px; border: initial none initial;" title="Página simples" href="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Claude-Troisgros-Simples.pdf" target="_blank">Página simples</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Orgânico e chique!</title>
		<link>http://www.mesasustentavel.com.br/2010/11/09/organico-e-chique/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 19:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Bianchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jardins Comestíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Mesa sustentavel]]></category>
		<category><![CDATA[ervas]]></category>
		<category><![CDATA[flores comestíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Colagreco]]></category>
		<category><![CDATA[Mirazur]]></category>
		<category><![CDATA[orgânico]]></category>
		<category><![CDATA[saladas]]></category>

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		<description><![CDATA[Mauro Colagreco põe a mão na terra literalmente, mantém uma rede de hortas na Côte d’Azur e se revela um chef a favor do planeta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fotos <strong>Luciana Bianchi</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Mirazur-port-view.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-232" title="Mirazur port view" src="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Mirazur-port-view.jpg" alt="" width="600" height="381" /></a><br />
</strong></p>
<p>O Principado de Mônaco e a região da Côte d’Azur são associados a luxo, exclusividade e bom gosto. Os ricos e famosos se sentem em casa. Ostras e foie gras são vendidos na rua no lugar de cachorro-quente, e o Porsche é carro de classe média! Cannes, Monte Carlo e Nice já foram cenário de filme de Hitchcock, do romance de Grace Kelly com o príncipe Rainier, e hospedam  estrelas do cinema internacional não só na época do Palm D’Or. É um universo à parte!</p>
<p>A apenas 20 minutos de distância de Monte Carlo, a cidadezinha de Menton, na divisa com a Itália, entrou nos últimos anos na rota da peregrinação gastronômica. O chef Mauro Colagreco, um argentino com ascendência basca e calabresa, foi adotado pela França como um de seus chefs nativos. Um grande apaixonado pela região e pela cozinha mediterrânea, ele revela em seus pratos, de forma sutil, a hereditariedade.</p>
<p><strong><center><div id="attachment_231" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Mirazur-Mauro-Colagreco.jpg"><img class="size-full wp-image-231" title="Mauro Colagreco" src="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Mirazur-Mauro-Colagreco.jpg" alt="" width="600" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">chef Mauro Colagreco</p></div></center></strong></p>
<p>Sua quase obsessão pelo produto sazonal, orgânico e pela mesa sustentável iniciou-se quando ele ainda era um aprendiz. A técnica e o amor pelo produto de qualidade foram aprofundados quando trabalhou com Bernard Loiseau, no Saulieu na Côte d’Or, na Borgonha, pouco antes de sua morte trágica. Colagreco também trabalhou no  L’Arpège, de Alain Passard, que considera uma das influências mais fortes em sua carreira, e no restaurante Alain Ducasse au Plaza Athénée, de Paris, onde aprimorou sua precisão técnica.</p>
<p>Em uma viagem à Espanha, Colagreco ficou sabendo por um amigo que, em Menton, um lindíssimo restaurante, planejado pelo renomado arquiteto Rick Mather, estava desocupado. Com pouco dinheiro e quase nenhuma experiência como homem de negócios, resolveu meter a cara e arriscar! Em 2006, abriu as portas do Mirazur e, no mesmo ano, foi nomeado revelação pelo guia Gault Millau. Em 2007, foi a vez de o Guide Michelin incluir o Mirazur na categoria de uma estrela e, nos últimos anos, entrou na lista dos melhores restaurantes do mundo da revista inglesa Restaurant.</p>
<p>Colagreco também tornou-se consultor do restaurante Hi Beach, em Nice, do Hotel Napoléon Beach, em Menton, e do Alvear Palace Hotel, em Buenos Aires. No ano passado, fechou uma parceria com um produtor de azeite de oliva da região produzindo e assinando extravirgens aromatizados com os limões de Menton. Conhecida por muitos como “a cidade do limão”, Menton hospeda a famosa Fête du Citron, um carnaval que recebe anualmente milhares de visitantes e em que as alegorias são todas baseadas em frutas cítricas.</p>
<p>Com o reconhecimento do Mirazur e de seus trabalhos de consultoria, o chef percebeu então que era hora de investir em seu sonho. Transformou aos poucos os belos jardins do restaurante em hortas. Ali, plantou ervas aromáticas, saladas e flores comestíveis. Um pequeno pomar foi recuperado e começou a produzir limões-sicilianos e grapefruit em abundância. Um dia, uma vizinha e cliente fiel do restaurante ouviu o chef comentar que queria ter em sua cozinha somente as verduras que viessem de sua horta. A vizinha comoveu-se com o comentário e ofereceu seus jardins para que o chef pudesse plantar. Em seguida,  outra vizinha, com um terreno ainda maior, envolveu-se no projeto, e agora Colagreco tem três hortas e promete não parar por aí!</p>
<p><strong><center><div id="attachment_230" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/11/DSC_0903.jpg"><img class="size-full wp-image-230" title="Salade des betteraves en texture et fromage de chèvre" src="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/11/DSC_0903.jpg" alt="" width="600" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Salade des betteraves en texture et fromage de chèvre</p></div><br />
</center></strong></p>
<p>E quem cuida das hortas orgânicas e dos pomares do Mirazur? Os chefs! Para Colagreco, que esteve no Brasil na edição do Semana Mesa SP de 2009, os chefs mudam sua atitude na cozinha quando veem o alimento crescer:</p>
<blockquote><p>“Cuidamos das sementes, tratamos da terra, plantamos e vemos crescer os vegetais, as ervas e os frutos. É mais do que uma oportunidade – é o sonho de todo chef!”.</p></blockquote>
<p>O segundo terreno funciona quase como uma pequena cooperativa e conta, além dos chefs do Mirazur, com o apoio de um programa chamado Wwoof, uma organização internacional autônoma, com filiais em vários países, que conecta as pessoas que se interessam em trabalhar com projetos de agricultura orgânica e de manejo sustentável. Os envolvidos são chamados de wwoofers. O projeto, iniciado na Inglaterra nos anos 1970, funciona também no Brasil.</p>
<p>A relação com a natureza forma, na opinião de Colagreco, um elo muito forte entre eles. Os resultados podem ser vistos claramente no modo de o chef cozinhar. Seguindo esse princípio de conexão constante com a natureza, Colagreco resolveu reformar o Mirazur no início do ano, abrindo uma janela panorâmica na cozinha. Agora, os chefs podem cozinhar inspirados na vista para os jardins e para o mar.</p>
<blockquote><p>“Percebi que passávamos o dia todo trancados em uma cozinha sem janelas, enquanto todos admiravam a bela vista. Agora, dividimos com os clientes a mesma emoção de observar esta vista estonteante!”</p></blockquote>
<p>O menu de Colagreco é uma sinfonia de cores e expressa as estações, as colheitas, a vista do mar e o amor do chef pela natureza. Ele diz, sorrindo, que se não fosse chef seria pintor: “Acho que dá para perceber nos meus pratos!”. Na cozinha, as verduras, frutas e flores são o centro da atenção. Nabos multicoloridos, cenouras roxas ou de duas cores, abobrinhas amarelas, miniaspargos e tomates de mais de 30 variedades, abacates, e até algumas novidades trazidas da Argentina ou de outros países, se adaptaram bem à temperatura e ao solo da região.</p>
<p>Um exemplo é o maxixe-do-reino, uma planta natural da América do Sul que produz frutos parecidos com um pimentão miniatura, porém com sabor de pepino. Amarantos, beterrabas, rúculas e aipos não ocupam a segunda posição nem mesmo ao lado de um foie gras ou dos famosos “gamberoni de sanremo”, uma das maiores delicatéssen mediterrâneas.</p>
<p>Apesar de tornar-se cada dia mais independente com suas hortas, ele continua a apoiar os produtores da região. Os peixes, as carnes e os produtos que não consegue produzir por conta própria são comprados nos mercados de Menton e Ventimiglia, a cidade italiana que fica a 30 metros de distância de seu restaurante. As visitas constantes aos mercados reforçam a rede de comunicação chef-produtor, em que ambos se beneficiam.</p>
<blockquote><p>“A nova geração de agricultores precisa de nosso apoio para que possa continuar a produzir. A Europa toda está passando por uma crise.”</p></blockquote>
<p>Em julho, o brasileiro Alex Atala e o chef americano David Kinch (do biestrelado restaurante Manresa) foram convidados por Colagreco para participar de duas noites em que celebrariam a inspiração por meio do produto. Os três dividiram a cozinha e apresentaram seus trabalhos, que, apesar de distintos, tinham um aspecto em comum: o produto era o protagonista. Prova de que ninguém está sozinho ou isolado quando trabalha por uma boa causa.</p>
<h2>Links</h2>
<ul>
<li><a href="http://prazeresdamesa.uol.com.br/exibirMateria/3172/entrevista-internacional" target="_blank">Leia em prazeresdamesa.com.br uma entrevista exclusiva com o chef.</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Economia de água e energia: bom para a sustentabilidade do planeta e para o seu bolso.</title>
		<link>http://www.mesasustentavel.com.br/2010/11/08/economia-de-agua-e-energia-bom-para-a-sustentabilidade-do-planeta-e-para-o-seu-bolso-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 21:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helena Rizzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Economia de água e energia]]></category>
		<category><![CDATA[Mesa sustentavel]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[energia helena rizzo]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>

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		<description><![CDATA[Economizar recursos, reduzir suas contas e colaborar com a preservação do planeta é muito fácil. Procure não deixar as torneiras abertas após lavar alimentos ou enquanto ensaboa a louça e reutilize a água sempre que possível. De gota em gota você economiza mais de seis mil litros de água por mês. Evite também abrir a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Helena-Rizzo-Simples.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-215" title="Helena-Rizzo-Simples" src="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Helena-Rizzo-Simples.jpg" alt="" width="600" height="503" /></a></p>
<p>Economizar recursos, reduzir suas contas e colaborar com a preservação do planeta é muito fácil. Procure não deixar as torneiras abertas após lavar alimentos ou enquanto ensaboa a louça e reutilize a água sempre que possível. De gota em gota você economiza mais de seis mil litros de água por mês. Evite também abrir a porta do refrigerador diversas vezes, espere os alimentos esfriarem para colocá-los na geladeira e utilize lâmpadas fluorescentes. Fazendo essas mudanças você vai ver como economizar faz bem para a sua cozinha, para o planeta e para o seu bolso.</p>
<p>Faça como Helena Rizzo e seja você também a favor de uma gastronomia consciente. Acompanhe a Campanha Mesa Sustentável nas próximas edições da Revista Prazeres da Mesa ou através do nosso site e não economize esforços para preservar o planeta.</p>
<p><strong>Spot</strong></p>
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<li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 1.2em; padding: 0px; border: initial none initial;"><a style="text-decoration: none; color: #4797b8; padding: 0px; margin: 0px; border: initial none initial;" title="Página simples" href="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Helena-Rizzo-Simples.pdf" target="_blank">Página simples</a></li>
</ul>
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		<title>Até o caroço</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 19:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Staut</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mesa sustentavel]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Cascas, talos, produtos maduros demais ou amassados – ONGs criam programas para tornar apetitoso alimento que iria para o lixo Ilustrações Regisclei Criadas inicialmente para reverter o desperdício de alimentos na cidade de São Paulo, as organizações não governamentais Associação Prato Cheio e Banco de Alimentos estão dando uma lição de cidadania (e de gastronomia) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cascas, talos, produtos maduros demais ou amassados – ONGs criam programas para tornar apetitoso alimento que iria para o lixo<br />
<span id="more-206"></span><br />
Ilustrações <strong>Regisclei</strong></p>
<p>Criadas inicialmente para reverter o desperdício de alimentos na cidade de São Paulo, as organizações não governamentais Associação Prato Cheio e Banco de Alimentos estão dando uma lição de cidadania (e de gastronomia) por onde passam. Ambas trabalham de forma semelhante. Primeiro, recolhem todos os dias os alimentos que provavelmente não iriam para a panela da maioria das donas de casa porque estão prestes a vencer, maduros demais, amassados ou apresentam pequenos furos. Depois de atestarem a segurança alimentar desses produtos, suas representantes enchem as sacolas e vão para as instituições de caridade de toda a Grande São Paulo. Agora, com a contratação de chefs e gastrônomos, elas têm mais uma função nesse trajeto: a de ensinar cozinheiros de albergues, casas de crianças abandonadas e asilos a criar pratos que fogem do trivial.</p>
<p>Camila Maria da Silva é nutricionista e chef da Associação Prato Cheio, criada em 2001, e conta que a ONG nasceu depois de um passeio que seus fundadores fizeram pelo Mercado Municipal de São Paulo.</p>
<blockquote><p>“Ficamos chocados ao perceber a quantidade de mantimentos desperdiçada”, diz ela.</p></blockquote>
<p>O grupo resolveu, então, conversar com donos de bancas para reverter o quadro, e a iniciativa funcionou. “Eles passaram a doar o alimento excedente em vez de jogá-lo no lixo.” Assim foi criada a “colheita urbana”, que hoje recolhe alimentos na Ceagesp, em feiras livres, mercados e indústrias de alimentos e atende 54 instituições, garantindo a alimentação de 9.500 pessoas por mês.</p>
<p>É Camila quem ministra um dos cursos de cozinha da instituição. Ela ensina a arte de transformar cascas, talos, folhas e sementes em purês, tortas, pães, bolos, pudins, em preparações de baixo custo, saborosas e nutritivas.</p>
<blockquote><p>“O segredo é aproveitar integralmente os alimentos, seguir a filosofia de que o que é sustentável beneficia o ser humano e o planeta”, diz.</p></blockquote>
<p>Entre suas criações, as mais recentes foram elaboradas com base na doação de uma produtora de sucos. São doces e biscoitos feitos com casca de laranja, um flan com casca de goiaba e rolê de frango com casca de manga. “Antes de fazermos contato com a fazenda que fornece os produtos, todas as cascas das frutas usadas iam para o lixo.”</p>
<p>A Prato Cheio está indo longe com a ideia. Além desse trabalho, a organização está qualifi-cando moradores do Albergue Zanconi, que atende mais de 100 pessoas, das quais 99% foram expulsas do lar, a produzir hortas, com o cultivo de verduras, legumes e temperos.</p>
<blockquote><p>“Em seguida, vamos capacitá-las a usar a criatividade para que elas mesmas montem pratos bonitos e nutritivos com ingredientes muito simples”, afirma Camila.</p></blockquote>
<p>Outra experiência bem-sucedida na transformação de alimentos para seu aproveitamento total vem da ONG Banco de Alimentos, que, desde sua criação, em 1998, atende em média 22.000 pessoas por mês. Isabel Marçal, diretora da instituição, conta que eles vão em busca de qualquer lugar onde possa haver desperdício de alimentos.</p>
<blockquote><p>“Só não podemos recolher sobras de restaurantes, pois a legislação exige o uso de alimentos não processados e que não foram expostos ou manipulados”, diz.</p></blockquote>
<p>Isabel observa que, se no início a instituição tinha como único objetivo dar comida a quem tem fome, hoje ela passou a expandir suas ações de forma a provocar uma mudança cultural.</p>
<blockquote><p>“A segunda ação do Banco de Alimentos é promover, com oficinas de gastronomia, uma reeducação alimentar a moradores e cozinheiros das instituições e habitantes dos bairros que atendem”, diz.</p></blockquote>
<p>Para isso, criaram na sede, no bairro do Pacaembu, em São Paulo, uma cozinha experimental, em que a chef Aline Rissatto Teixeira dá aulas de culinária usando somente cascas, folhas, talos de produtos e alimentos com partes amassadas ou furadas. “O objetivo é criar receitas com o mínimo de sofisticação e que utilizem os ingredientes como um todo.” Wraps com casca de melão, salmão e creme azedo, canapés com talo de beterraba, truta à rolê, recheada com purê de casca de cenoura, e molho de casca de laranja são algumas das preparações ensinadas.</p>
<p>A nova investida do Banco de Alimentos é o projeto Chef Solidário. No programa, profissionais, como Alex Atala, doam uma quantidade de dinheiro por mês para a ONG e, ao mesmo tempo, se comprometem a criar receitas em seus restaurantes em que partes desprezadas de alimentos viram a estrela do prato. “Extrair o máximo de um ingrediente, além de um enorme respeito à natureza, é uma lição de cidadania”, diz Atala. Ele, aliás, utiliza o mesmo princípio na alimentação das 200 pessoas de sua equipe. “A maioria delas almoça e janta em nosso refeitório. Assim, conseguimos combater os custos e tiramos lições para nossa vida.”</p>
<p>Leia em prazeresdamesa.com.br as receitas de empadão de vegetais, bolinhos de folhas e talos, biscoitos de laranja e farinha de casca de laranja.</p>
<h2>Algumas ideias</h2>
<p>Por <strong>Aline Rissatto Teixeira</strong></p>
<ul>
<li>Talos do agrião podem ser picados e refogados com tempero e ovos batidos.</li>
<li>Folhas de cenoura podem ser aproveitadas para fazer bolinhos, sopas ou ser servidas picadinhas em saladas.</li>
<li>A água do cozimento das batatas pode virar um caldo gostoso, se você acrescentar leite em pó e manteiga.</li>
<li>Até a parte branca da melancia pode ser usada para fazer doce.</li>
</ul>
<div class="tw_button" style="margin-bottom: 18px;float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.mesasustentavel.com.br%2F2010%2F10%2F05%2Fate-o-caroco%2F&amp;via=mesasustentavel&amp;text=Mesa+Sustent%C3%A1vel+-+At%C3%A9+o+caro%C3%A7o&amp;lang=en&amp;count=horizontal"  class="twitter-share-button">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Curso ensina a cultivar horta orgânica em casa</title>
		<link>http://www.mesasustentavel.com.br/2010/09/29/curso-ensina-a-cultivar-horta-organica-em-casa/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Sep 2010 21:15:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Mesa Sustentavel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jardins Comestíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Mesa sustentavel]]></category>
		<category><![CDATA[cultivar]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[hortas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos de sustentabilidade, cultivar hortas em casa ou apartamento é louvável. Basta um vasinho bem perto de sua cozinha para garantir um tempero todo especial e melhor, sem agrotóxicos. Embora essa não seja uma tarefa difícil, é preciso seguir alguns cuidados nas várias etapas do processo. Pensando nisso, o engenheiro agrônomo Marcelo Noronha ministra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempos de sustentabilidade, cultivar hortas em casa ou apartamento é louvável. Basta um vasinho bem perto de sua cozinha para garantir um tempero todo especial e melhor, sem agrotóxicos. Embora essa não seja uma tarefa difícil, é preciso seguir alguns cuidados nas várias etapas do processo. Pensando nisso, o engenheiro agrônomo Marcelo Noronha ministra o curso Horta Caseira Orgânica, no Viveiro Sabor de Fazenda, em São Paulo, no dia 2 de outubro.</p>
<p>A aula, que acontece das 9 às 14 horas, dá direito um kit horta, com mudas, material de drenagem, adubo orgânico, mini ferramenta e jardineira de resina. O curso custa R$ 185.</p>
<h2>Conteúdo do curso</h2>
<p><strong>Teoria</strong><br />
Introdução a agricultura orgânica e urbana;<br />
Noções de fisiologia das plantas na absorção de nutriente e luz;<br />
Tratos culturais: plantio, colheita, adubação, cobertura morta, pragas e doenças;<br />
Horta em pequenos espaços (canteiros e vasos) com ervas condimentares, medicinais e hortaliças.</p>
<p><strong>Prática</strong><br />
Passo a passo: montagem da horta em vasos;<br />
Cuidados: água, luz, adubação;<br />
Plantas companheiras;<br />
Noções de compostagem.</p>
<p><strong>Sabor de Fazenda</strong><br />
Avenida Nadir Dias de Figueiredo, 395, Vila Mariana, São Paulo, SP, (11) 2631-4915;<br />
<a href="http://www.sabordefazenda.com.br">www.sabordefazenda.com.br</a></p>
<div class="tw_button" style="margin-bottom: 18px;float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.mesasustentavel.com.br%2F2010%2F09%2F29%2Fcurso-ensina-a-cultivar-horta-organica-em-casa%2F&amp;via=mesasustentavel&amp;text=Mesa+Sustent%C3%A1vel+-+Curso+ensina+a+cultivar+horta+org%C3%A2nica+em+casa&amp;lang=en&amp;count=horizontal"  class="twitter-share-button">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Inclusão Social: sua cozinha alimentando novas esperanças</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 21:49:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David Hertz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Inclusão Social]]></category>

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		<description><![CDATA[Da sua cozinha pode sair muito mais do que boas receitas. Dela podem sair profissionais prontos para ingressar no mercado gastronômico e muitas vidas transformadas para melhor. Basta você abrir suas portas para a responsabilidade social e dar a oportunidade para jovens de baixa renda. Assim, você promove a diversidade, educa, capacita e valoriza o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-186" title="img-david_hertz-600x450" src="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/09/img-david_hertz-600x450.jpg" alt="" width="600" height="450" /></p>
<p>Da sua cozinha pode sair muito mais do que boas receitas. Dela podem sair profissionais prontos para ingressar no mercado gastronômico e muitas vidas transformadas para melhor. Basta você abrir suas portas para a responsabilidade social e dar a oportunidade para jovens de baixa renda. Assim, você promove a diversidade, educa, capacita e valoriza o conhecimento dos seus funcionários. Dessa forma, sua cozinha fica socialmente responsável e muitas pessoas ganham um novo futuro.</p>
<p>Faça como David Hertz, seja você também a favor de uma gastronomia consciente. Acompanhe a Campanha Mesa Sustentável nas edições da Revista Prazeres da Mesa ou através do nosso site e transforme sua cozinha em um ambiente de inclusão social.</p>
<p><strong>Spot</strong></p>
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<ul style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; list-style-type: circle; list-style-position: initial; list-style-image: initial; font-weight: normal; padding: 0px; border: initial none initial;">
<li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 1.2em; padding: 0px; border: initial none initial;"><a style="text-decoration: none; color: #4797b8; padding: 0px; margin: 0px; border: initial none initial;" title="Página simples" href="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/09/david-simples.pdf" target="_blank">Página simples</a></li>
<li style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 1.2em; padding: 0px; border: initial none initial;"><a style="text-decoration: none; color: #4797b8; padding: 0px; margin: 0px; border: initial none initial;" title="Página dupla" href="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/09/david-dupla.pdf" target="_blank">Página dupla</a></li>
</ul>
<div class="tw_button" style="margin-bottom: 18px;float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.mesasustentavel.com.br%2F2010%2F09%2F13%2Finclusao-social-sua-cozinha-alimentando-novas-esperancas%2F&amp;via=mesasustentavel&amp;text=Mesa+Sustent%C3%A1vel+-+Inclus%C3%A3o+Social%3A+sua+cozinha+alimentando+novas+esperan%C3%A7as&amp;lang=en&amp;count=horizontal"  class="twitter-share-button">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Sushi ameaçado</title>
		<link>http://www.mesasustentavel.com.br/2010/09/11/sushi-ameacado/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Sep 2010 13:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giba Medeiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mesa sustentavel]]></category>
		<category><![CDATA[ameaçado]]></category>
		<category><![CDATA[atum]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[pesca]]></category>
		<category><![CDATA[sushi]]></category>

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		<description><![CDATA[O atum-azul, considerado a melhor iguaria da culinária japonesa, pode se transformar em espécie protegida Ilustrações Denis Freitas No ano mundial da biodiversidade, uma das principais batalhas em andamento reúne os partidários e os detratores do comércio internacional de atum-azul. A discussão e o debate estão na pauta de 130 países que atenderam ao apelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O atum-azul, considerado a melhor iguaria da culinária japonesa, pode se transformar em espécie protegida</p>
<p><span id="more-173"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-174" title="Ilustração feita por Denis Freitas" src="http://www.mesasustentavel.com.br/wp-content/uploads/2010/09/sequencial_001_flat1.jpg" alt="" width="620" height="450" /></p>
<p>Ilustrações <strong>Denis Freitas</strong></p>
<p>No ano mundial da biodiversidade, uma das principais batalhas em andamento reúne os partidários e os detratores do comércio internacional de atum-azul. A discussão e o debate estão na pauta de 130 países que atenderam ao apelo do Convênio de Comércio de Espécies Ameaçadas, que fez a convocação depois que os ambientalistas e cientistas lançaram o alerta sobre o declive acentuado das reservas de atum-azul do Oceano Atlântico e do Mar Mediterrâneo. Algo precisa ser feito urgentemente, uma vez que o perigo de extinção é grande, garante a Comissão Internacional para a Conservação do Atum-Azul, que tem reduzido todos os anos as cotas de captura do peixe.</p>
<p>Ambientalistas e estudiosos do assunto afirmam, porém, que, sem embargo e proibição da pesca, as medidas adotadas são insuficientes, até porque não são respeitadas. Apenas o Japão compra sozinho mais que o permitido (leia o quadro).</p>
<p>Os Estados Unidos e a Noruega são os países que defendem com mais rigor as proibições.</p>
<blockquote><p>“Apoiaremos todas as propostas para deter o comércio de atum-azul por um período no Atlântico”, afirma Erik Solheim, ministro do Meio Ambiente da Noruega.</p></blockquote>
<p>Entre as ONGs, a poderosa World Wildlife Fund (WWF) é a organização que mais tem feito pressão. “Os governos devem tomar decisões fortes”, diz Sergi Tudela, da WWF, perito que lidera os estudos sobre o assunto. “Não é possível continuar atendendo ao interesse da indústria da pesca e das fazendas de engorda.” Tudela fala com a autoridade de quem está envolvido na investigação do sequenciamento genético de atuns e dos efeitos no ecossistema de sobrepesca da Universidade de Girona, na Catalunha, Espanha.</p>
<p>A queda no número de peixes nos dois oceanos teve início na década de 1990, com a proliferação das fazendas de engorda – onde os atuns ficam entre seis e oito meses – e da pesca industrial com redes de cerco. O que, claro, não lembra em nada a pesca artesanal, como quer fazer crer uma parte da União Europeia. O problema, e que acontece principalmente com os barcos pesqueiros da Espanha, França e Turquia, é que nas redes o que se encontra muitas vezes são peixes com menos de 30 quilos, peso mínimo para a pesca, o que prejudica o ciclo da reprodução.</p>
<p>Como se nota, a equação econômica é o que evita a adoção de um período de proibição da pesca, uma vez que de um lado estão os vorazes consumidores japoneses, do outro se encontra o poderoso lobby da indústria pesqueira de quatro ou cinco países do Velho Continente. O desafio, portanto, é criar um mecanismo sustentável para que essa iguaria não desapareça de nossa mesa.</p>
<h2>Luz no fim do túnel</h2>
<p>Está nascendo no Porto de Santa Maria, na Província de Cadiz, na Espanha, um projeto que deve se tornar o primeiro centro do mundo de criação de atum em cativeiro. Os planos iniciais incluem a criação de 500.000 alevinos por ano. Estima-se que o investimento chegue a 12 milhões de euros. Ainda levará pelo menos dois anos até produzir os primeiros exemplares nesse sistema.</p>
<p>Os peixes serão colocados em tanques de alta tecnologia, que reproduzirão água semelhante à dos oceanos e o mesmo habitat. Micro-organismos marinhos servirão de alimento aos atuns.</p>
<p>Um dos cinco peixes mais rápidos do mundo, o atum (cujo nome provém do grego e significa “ir correndo”), tem peso médio de 250 quilos, chega a medir 4 metros e vive de 15 a 20 anos. Alimenta-se de sardinhas, cavalinhas e outros peixes pequenos, sendo necessário de 10 a 25 quilos para que engorde 1 quilo. Iniciativas como a do Porto de Santa Maria, uma vez que tenham êxito e sejam replicadas em outras partes no mundo, podem tirar o atum da lista de espécies em extinção. E, assim, fazer os gourmets do mundo inteiro respirar aliviados diante de um sushi.</p>
<h2>Entenda o problema do atum</h2>
<p><strong>Zonas de desova e particularidades</strong><br />
Na primavera europeia, os cardumes de atum-azul do Atlântico entram no Mediterrâneo para a desova. É nesse momento que os barcos pesqueiros entram em ação. Os peixes capturados são transportados vivos em tanques para criadouros particulares onde são criados e engordados durante seis a oito meses. Depois desse período, 90% do atum tem como destino o Japão. O processo atrapalha o ecossistema de reprodução.</p>
<p><strong>Como é a pesca predatória</strong><br />
O atuneiro – como são conhecidos os barcos da pesca do atum – são de médio para grande porte. Radares potentes localizam o cardume e a velocidade dos peixes. Com auxílio de uma lancha de grande motor e potência, uma rede com flutuadores vai formando um grande círculo e cercando os atuns. A rede se fecha no fundo e os peixes, mesmo os pequenos, ficam sem poder escapar. Os peixes são colocados no barco e seguem para o cativeiro.</p>
<p><strong>O tamanho da pesca</strong><br />
A pesca do atum está sendo feita quatro vezes mais do que o recomendado. As autoridades e as ONGs que defendem o meio ambiente, depois de estudos nos últimos cinco anos, recomendam que a captura fique entre 8.500 e 15.000 toneladas por ano. A captura permitida é de 29.500 toneladas, porém estima-se que os números estejam entre 50.000 e 60.000 toneladas. O Japão informou que em 2009 foram importados pouco mais de 32.000 toneladas para o país, ou seja, mais do que a pesca permitida e o dobro do recomendado.</p>
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